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*arte de Chana de Moura

Legenda:

Decompor as ruínas do capitalismo significa cultivar novas formas de viver para além daquela que o capitalismo propõe/impõe.
Temos nosso imaginário coletivo povoado pela noção de sucesso individual e, como afirma a antropóloga Anna Tsing, fomos levadas a acreditar que a sobrevivência diz respeito a salvar a própria vida, defendendo-a dos outros, pois aprendemos que o sucesso é sinônimo de conquista e expansão.

E se pudéssemos compreender o sucesso a partir da constatação da colaboração entre diversas espécies no Planeta Terra?

“Colaboração significa trabalhar por meio das diferenças, o que leva à contaminação. Sem colaborações, todos morreríamos. [..] Colaborações nos transformam, seja no interior de nossa espécie ou entre espécies distintas. Tudo o que é importante para a vida no planeta Terra acontece nessas transformações, e não nos diagramas de decisão de indivíduos autônomos. Ao invés de atentar somente para as estratégias de expansão-e-conquista de indivíduos implacáveis, precisamos buscar as histórias que se desenvolvem por meio da contaminação. [..] Colaboração é o trabalho que atravessa as diferenças. No entanto, não se trata da diversidade ingênua dos caminhos evolutivos independentes. A evolução da nossa “ideia de si” já está poluída por histórias de encontros; estamos misturados uns com os outros antes mesmo de iniciarmos qualquer colaboração nova. [..] Contaminação produz diversidade.” (ANNA TSING)

Precisamos dessas colaborações multiespécies para criar um viver e morrer bem neste mundo degradado, como propõe Donna Haraway. Dessa forma, aprendemos que todas as outras formas de vida humanas e não humanas implicam na existência uma nas outras.

Para decompor as ruínas do império capitalista, é preciso nutrir um viver-com e viver-entre outros seres, e não como indivíduos independentes. É preciso observar e aprender as estratégias dos mais-que-humanos e formar alianças com eles para superar esse sistema predatório.

Referências:
Donna Haraway. “Ficar com o problema: Fazer parentes no Chthluceno". n-1 edições, 2023.
Anna Tsing. “O cogumelo no fim do mundo: Sobre a possibilidade de vida nas ruínas do capitalismo". n-1 edições, 2022
Arte: @chanademoura

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*arte de Jaya Cósmica

Legenda:

Hoje celebramos o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência 💫

A data foi criada pela ONU para reconhecer o papel fundamental exercido pelas mulheres e pelas meninas na ciência e na tecnologia. Segundo a UNESCO, a porcentagem média global de pesquisadoras mulheres é de 33,3%. Os números demonstram como ainda persistem barreiras e baixa representatividade para as mulheres e as meninas, sobretudo em áreas consideradas predominantemente masculinas.

Vivemos tempos sombrios, nos quais as fake news são divulgadas com rapidez (e aceitas pelas próprias plataformas), enquanto a ciência é tão questionada.
A autora Isabelle Stengers afirma que o feminismo colaborou para uma mudança no meio científico, pois também “suscitou novas perguntas endereçadas aos saberes tais como são cultivados em nossos mundos acadêmicos, afrontando muitos aspectos desse ethos científico”.

Ao incentivarmos as meninas desde cedo a investigarem suas curiosidades e a pesquisarem temas que consideram importantes, podemos dar mais autonomia a essas mulheres que foram — e muitas vezes ainda são — tão excluídas do mundo acadêmico. Além disso, a UNESCO reforça a importância da diversidade na área da pesquisa, pois isso amplia o grupo de pesquisadoras e pesquisadores talentosos, trazendo novas perspectivas, novas aptidões e criatividade. Este dia nos lembra que mulheres e meninas desempenham um papel essencial nas comunidades de ciência e tecnologia e que sua participação deve ser fortalecida.

Arte de @jayacosmica
Referências:
ONU e UNESCO
Uma outra ciência é possível, de Isabelle Stengers
Isabelle Stengers cita Três guinéus, de Virginia Woolf

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